SEJAM TODOS BEM VINDOS EM NOME DE JESUS!


terça-feira, 11 de novembro de 2008

Aprender com o Mestre



Jesus me encanta não somente por Ser o que é, pois só o fato de Ser o que é já são motivos mais do que suficiente para cativar qualquer um, mas o que me chama a atenção na vida daquele pescador que causou um grande reboliço em Israel hà cerca de 2000 anos é sua maneira diferente de ensinar os seus discípulos. Jesus como mestre era sem dúvida o melhor, algo nunca visto e com uma pedagocia perfeita. Ele não se apegava aos métodos ultrapassados da religião judaica, mas vinha sempre com algo novo e eficaz sempre para deixar uma marca constante. O que me surpreende na Sua vida aqui na terra, era o fato de surpreender os seus espectadores sempre com uma nova lição. As melhores escolas do mundo foram as montanhas, os rios, as praças, os mares, os desertos, que receberam o ensinamento do maior mestre que já pisou nesta terra. Então, o que dizer dos alunos que por elas passaram?Não tiveram os melhores assentos, com certeza não, mas receberam o melhor conteudo que uma mente humana pode assimilar. Alunos que depois de passarem pelas provas do mestre, podiam se dizer prontos para enfrentar qualquer coisa neste mundo de cabeça erguida. O que me chama a atenção em Jesus por incrível que pareça, não são os seus milagres, ou os seus atos portentosos para salvar pessoas opressas por enfermidades e demônios, não são essas coisas que me prendem,(Não quero com isto diminuir sua importância), mas o que me deixa rendido de admiração ao mestre é sua maneira sábia, própria, única, de ensinar aos seus alunos.Observe a sua maneira peculiar de fixar conteúdos, sempre prático e eficiente, sem deixar qualquer sinal de dúvidas e você entenderá a minha rendição.


Os ensinos de Jesus nunca foram cansativos ou repetitivos, Ele ensinava com autoridade de Criador e conhecedor da alma de seus alunos, e o que me entristece neste últimos dias é que os mestres de hoje deixaram os pés do Rabí, e estão muito envolvidos com filosofias que não são objetivas, mas são terapias paliativas.Muitos púlpitos tem se transformado, e não são mais canais para a pregação pura e simples da Palavra, e as pregações que dão certo estão tomando conta das nossas igrejas. São palavras que levam as pessoas aos risos e aos prantos em segundos que mexem com o emocional, mas deixa o vazio, que a cada instante cresce.Está mais do que na hora dos mestres, mesmo que seja a noite como fez Nicodemos voltar para ouvir a voz de Jesus que diz: "Aprendei de mim...".

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

História da Assembléia de Deus



A história da Assembléia de Deus em Belém tem origem no chamado de dois missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren. Após receberem o batismo com o Espírito Santo – com evidência de falar em outras línguas – durante o avivamento em Los Angeles e Chicago no início do século 20, Deus os escolheu para juntos trazerem mensagem pentecostal para o Brasil.
O chamado aconteceu de forma sobrenatural: através de uma profecia, foi revelado que os dois deveriam ir ao Pará. Somente após procurar no mapa mundial os dois missionários tomaram conhecimento de que o local ficava no norte do Brasil. Em obediência à chamada divida, Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém no dia 19 de novembro de 1910.

Além da barreira do idioma, os dois missionários sofreram com a falta de recursos financeiros, pois, além de serem pobres, não eram mantidos por nenhuma junta missionária. No início, Berg e Vingren participavam de cultos em igrejas protestantes cantando hinos em sueco. Quando passaram a entender o idioma local, iniciaram a testificar de Jesus, enfatizando a salvação, o batismo com o Espírito Santo, a cura divina e o uso dos dons espirituais.
A doutrina pentecostal ministrada com a devida base bíblica foi assimilada por parte dos crentes, mas rejeitada por outros. Seis meses depois da chegada a Belém, Vingren foi convidado para dirigir um culto de oração e falou da necessidade de o crente ser revestido do poder do alto. A maioria dos presentes alegrou-se com a mensagem e outras reuniões de oração foram realizadas em casas de crentes que queriam o batismo no Espírito Santo como uma realidade em suas vidas. No alvorecer do dia 8 de junho de 1911, a irmã Celina Albuquerque, orando em sua casa, juntamente com outros irmãos, teve o privilégio de ser a primeira evangélica brasileira a receber o cumprimento da promessa, falando em línguas, tal qual os primitivos cristãos no dia de Pentecostes. No dia seguinte, a irmã Maria de Nazaré de Araújo foi também batizada com o Espírito Santo.

A evidência da mensagem pentecostal levou a direção da Igreja Batista a uma tomada de posição. Em uma reunião extraordinária, foi solicitado que todos os que estivessem de acordo com a nova doutrina se manifestassem. Para surpresa geral, dezenove irmãos — a maioria, portanto — levantaram-se. Uns porque já eram batizados com o Espírito Santo, e os outros, porque criam que poderiam receber a promessa. O grupo alinhado ao ensino pentecostal foi ilegalmente excluído pela minoria presente, delineando as bases do movimento pentecostal no solo brasileiro. Os irmãos desligados da Igreja Batista passaram a reunir-se em um salão na Rua Siqueira Mendes, 79, Cidade Velha, residência do irmão Henrique de Albuquerque. Como a glória do Senhor se manifestava naquele lugar, houve a necessidade de organizar o movimento. No dia 18 de junho de 1911, por deliberação unânime, foi fundada a Missão de Fé Apostólica, posteriormente denominada de Assembléia de Deus. Supõe-se que o nome escolhido para a nova denominação esteja ligado às igrejas que na América do Norte professavam a mesma doutrina e foram denominados de Assembléia de Deus ou Igreja Pentecostal.
Estabelecida a Assembléia de Deus, os novos convertidos sentiram de imediato o impulso do Espírito Santo, saindo em busca das almas, seguindo os passos de Gunnar Vingren e Daniel Berg. Os resultados, testemunhados com salvação, batismo com o Espírito Santo e também com curas divinas, deram à igreja pentecostal a dimensão que hoje vemos. O rápido crescimento exigiu a consagração de pastores e norteou a expansão ministerial da nova igreja. Em Belém e aonde iam, aceitando a fé e comprovando a chamada divina, os obreiros separados saíam destemidamente anunciando a Palavra de Deus, sob a unção do Espírito Santo. O grande crescimento da obra levou os pastores consagrados a assumirem trabalhos em outras localidades e estados, ampliando as fronteiras da mensagem pentecostal no Brasil. Atualmente o testemunho pentecostal da Igreja Assembléia de Deus está presente em todo o Brasil. Os templos e congregações da igreja são verdadeiras agências do Reino de Deus em qualquer cidade ou lugarejo desta nação, mesmo nos lugares de mais difícil acesso.
Através de um início simples, mas sob a bênção de Deus, a mensagem pentecostal chegou ao Brasil através de Belém do Pará, a “Casa do Pão” de todos os pentecostais brasileiros. Esta mensagem originada nos céus alcançou milhões de pessoas em todo o País, fazendo da Assembléia de Deus a maior igreja evangélica do Brasil, local onde Deus fez e continua a fazer coisas maravilhosas.

Extraído do site: http://www.adbelem.org.br/index.php?page=historia

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A Palavra vivifica!!


Sempre que o povo de Deus passou por dificuldades, os erro estava em terem abandonados a Palavra de Deus. A Palavra de Deus é pura, agradável, forte como pedra, quente como fogo, e cortante como espada bigúmea.O próprio Cristo não desprezou esta ferramenta, que é indispensável para os trabalhadores do evangelho. A Bíblia diz que o universo foi formado pela palavra, e ela subsiste eternamente nos céus. João diz que Jesus é a própria Palavra que estava com Deus no princípio, e que sem Ela nada do que foi feito se fez. Entendo que para sermos bons ganhadores de almas e bons servos é necessário termos comunhão com a Palavra que é o próprio Cristo, pois Ele mesmo diz que "sem Ele nada podemos fazer."Existe uma diferença abissal entre quem tem e quem não tem intimidade com a Palavra. Quem anda com Ela e por Ela vive pode dizer como João que "Vimos a Sua Glória".


Na época em que vivemos nunca foi tão importante o resgate da pregação simples e eficaz da Palavra de Deus. Vivemos na época da ostentação da linguagem e do conhecimento, (não vejo nada de errado nisto), a não ser quando substitue - se a Palavra por estas ferramentas. Parece que para alguns pregadores que se auto intitulam de homens de Deus, a Palavra perdeu a sua eficácia e tem que ser completada por falatórios humanos, para estes só nos resta lamentar e pedir para que Deus tenha misericódia da sua vida.O avivamento que tanto falam por aí, não vai acontecer enquanto os shows estiverem invadindo as nossas festas, enquanto barganhas estiverem sendo feitas a troco de consagrações, enquanto filosofias mundanas (auto-ajuda), estiverem permeando as pregações em nossos púlpitos, não descerá fogo do céu enquanto o altar estiver desconcertado. Não se trata mais de uma questão optativa, é uma uma urgentíssima necessidade voltarmos ao simples, prático e eficiente evangelho de Cristo. E para os obreiros que o Senhor tem levantando em toda a terra, o nosso conselho é: Pregue a Palavra com humildade e simplicidade; seja mais preparado para ouvir, pois quem sabe ouvir está mais preparado para falar;não seja sábio ao seus próprios olhos;não se engane com modismo que surgem sempre;seja firme e constante no Senhor;não se preocupe em ser ou não reconhecido, pois o que importa é ser conhecido por Deus;leia a Palavra sempre;ore e medite de dia e de noite;tenha sempre a humildade de servo e o teu ministério brotará como videira a seu tempo.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

As 95 Teses de Martinho Lutero


Para sua reflexão estamos colocando logo abaixo as 95 teses que foi o estopim em 1517 para a Reforma Protestante.Ficamos conhecidos pelo nome do movimento que nos deu origem, protestantes, mas será que as nossas atitudes realmente condiz com o título que levamos? Esta é minha indagação para você!Leia o que Lutero escreveu e medite sobre a sua vida como trabalhador da seara cujo dono brevemente vem pedir conta.


As 95 teses de Lutero

1. Nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo em dizendo “Arrependei-vos,afirmava que toda a vida dos fiéis deve ser uma ato de arrependimento.
2. Essa declaração não pode ser entendida como o sacramento dapenitência ( confissão e absolvição) administrado pelo sacerdócio.
3. Contudo, não pretende falar unicamente de arrependimento interior;pelo contrário, o arrependimento interior é vão se não produz externamentediferentes espécies de mortificação da carne.
4. Assim, permanece a penitência enquanto permanece o ódio de si(verdadeira penitência interior), a saber, o caminho reto para entrar noreino dos céus.
5. O papa não tem o desejo nem o poder de perdoar quaisquer penas,exceto aquelas que ele impôs por sua própria vontade ou segundo a vontadedos cânones.
6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ouconfirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoado os casosque lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, aculpa permaneceria.
7. Deus não perdoa a culpa de ninguém sem sujeitá-lo à humilhação sobtodos os aspectos perante o sacerdote, vigário de Deus.
8. Os cânones da penitência são impostos unicamente sobre os vivos enada deveria ser imposto aos mortos, segundo eles.
9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa, massempre faz exceção de seus decretos no caso da iminência da morte e danecessidade.
10. Os sacerdotes que, no caso de morte, reservam penas canônicas parao purgatório agem ignorante e incorretamente.
11. Esta cizânia que se refere à mudança de penas canônicas empenas no purgatório certamente foi semeada enquanto os bispos dormiam.
12. As penitências canônicas eram impostas antigamente não depois daabsolvição, mas antes dela, como prova de verdadeira contrição.
13. Os moribundos pagam todas as suas dívidas por meio de sua morte ejá estão mortos para as leis dos cânones, estando livres de sua jurisdição.
14. Qualquer deficiência em saúde espiritual ou em amor por parte deum homem moribundo deve trazer consigo temor, e quanto maior for adeficiência, maior deverá ser o temor.
15. Esse temor e esse terror bastam por si mesmos para produzir aspenas do purgatório, sem qualquer outra coisa, pois estão pouco distante doterror do desespero.
16. Com efeito, a diferença entre Inferno, Purgatório e Céu parece sera mesma que há entre desespero, quase-desespero e confiança.
17. Parece certo que, para as almas do purgatório, o amor cresce naproporção em que diminui o terror.
18. Não parece estar provado, quer por argumentos quer pelasEscrituras, que essas almas estão impedidas de ganhar méritos ou de aumentaro amor.
19. Nem parece estar provado que elas estão seguras e confiantes desua bem-aventurança, ou, pelo menos, que todas o estejam, embora possamosestar seguros disso.
20. O papa, pela remissão plenária de todas as penas, não quer dizer aremissão de todas as penas em sentido absoluto, mas somente das que foramimpostas por ele mesmo.
21. Por isto estão em erro os pregadores de indulgências que dizemficar um homem livre de todas as penas mediante as indulgências do papa.
22. Pois para as almas do purgatório ele não perdoa penas a queestavam obrigadas a pagar nesta vida, segundo os cânones.
23. Se é possível conceder remissão completa das penas a alguém, écerto que somente pode ser concedida ao mais perfeito; isto quer dizer, amuito poucos.
24. Daí segue-se que a maior parte do povo está sendo enganadapor essas promessas indiscriminadas e liberais de libertação daspenas.
25. O mesmo poder sobre o purgatório que o papa possui em geral, épossuído pelo bispo e pároco de cada dioceses ou paróquia.
26. O papa faz bem em conceder remissão às almas não pelo poder daschaves (poder que ele não possui), mas através da intercessão.
27. Os que afirmam que uma alma voa diretamente para fora (dopurgatório) quando uma moeda soa na caixa das coletas, estão pregando umainvenção humana (hominem praedicant).
28. É certo que quando uma moeda soa, cresce a ganância e a avareza;mas a intercessão (suffragium) da Igreja está unicamente na vontade de Deus.
29. Quem pode saber se todas as almas do purgatório desejam serresgatadas? (Que se pense na história contada a respeito de São Severino eSão Pascoal).
30. Ninguém está seguro na verdade de sua contrição; muito menos deque se seguirá a remissão plenária.
31. Um homem que verdadeiramente compra suas indulgências é tão rarocomo um verdadeiro penitente, isto é, muito raro.
32. Aqueles que se julgam seguros da salvação em razão de suas cartasde perdão serão condenados para sempre juntamente comseus mestres.
33. Devemos guardar-nos particularmente daqueles que afirmam que essesperdões do papa são o dom inestimável de Deus pelo qual o homem éreconciliado com Deus.
34. Porque essas concessões de perdão só se aplicam às penitências dasatisfação sacramental que foram estabelecidas pelos homens.
35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obterredenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com ocristão.
36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissãoplenária tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem umacarta de perdão.
37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos osbenefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem cartas deperdão.
38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado,pois - como disse - é uma declaração da remissão divina.
39. É muito difícil, mesmo para os teólogos mais sábios, dar ênfase napregação pública simultaneamente ao benefício representado pelasindulgências e à necessidade da verdadeira contrição.
40. Verdadeira contrição exige penitência e a aceita com amor; mas obenefício das indulgências relaxa a penitência e produz ódio a ela. Tal épelo menos sua tendência.
41. Os perdões apostólicos devem ser pregados com cuidado para que opovo não suponha que eles são mais importantes que outros atos de amor.
42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é intenção do papa que seconsidere a compra dos perdões em pé de igualdade com as obras demisericórdia.
43. Deve-se ensinar aos cristãos que dar aos pobres ou emprestar aosnecessitados é melhor obra que comprar perdões.
44. Por causa das obras do amor, o amor é aumentado e o homem progrideno bem; enquanto que pelos perdões não há progresso na bondade, massimplesmente maior liberdade de penas.
45. Deve-se ensinar aos cristãos que um homem que vê um irmão emnecessidade e passa a seu lado para dar o seu dinheiro na compra dosperdões, merece não a indulgência do papa, mas a indignação de Deus.
46. Deve-se ensinar aos cristãos que - a não ser que haja grandeabundância de bens - são obrigados a guardar o que é necessário para seuspróprios lares e de modo algum gastar seus bens na compra de perdões.
47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de perdões é matéria delivre escolha, e não de mandamento. 48. Deve-se ensinar aos cristãos que, aoconceder perdões, o papa tem mais desejo (como tem mais necessidade) deoração devota em seu favor do que de dinheiro contado.
49. Deve-se ensinar aos cristãos que os perdões do papa são úteis senão se põe confiança neles, mas que são enormemente prejudiciais quando, porcausa deles, se perde o temor de Deus.
50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa conhecesse as exaçõespraticadas pelos pregadores de indulgências, ele preferiria que a Basílicade São Pedro fosse reduzida a cinzas a construí-la com a pele, a carne e osossos de suas ovelhas.
51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa - como é de seu dever -desejaria dar os seus próprios bens aos pobres homens de quem certosvendedores de perdões extorquem o dinheiro; que para este fim ele venderia -se fosse possível - a Basílica de São Pedro.
52. Confiança na salvação por causa de cartas de perdões é vã, mesmoque o comissário, e até mesmo o próprio papa, empenhasse sua alma comogarantia.
53. São inimigos de Cristo e do povo os que, em razão da pregação dasindulgências, exigiam que a Palavra de Deus seja silenciada em outrasigrejas.
54. Comete-se uma injustiça para com a palavra de Deus se, no mesmosermão, se concede tempo igual, ou mais longo, às indulgências do que aPalavra de Deus.
55. A intenção do papa deve ser esta: se a concessão dos perdões - queé matéria de pouca importância - é celebrada pelo toque de um sino, como umaprocissão e com uma cerimônia, então o Evangelho - que é a coisa maisimportante - deve ser pregado com o acompanhamento de cem sinos, de cemprocissões e de cem cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja - de onde o papa tira as indulgências - nãoestão suficientemente esclarecidos nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É pelo menos claro que não são tesouros temporais, porque nãoestão amplamente espalhados, mas somente colecionados pelos numerososvendedores de indulgências.
58. Nem são os méritos de Cristo ou dos santos, porque esses, morte edescida ao inferno do homem exterior.
59. São Lourenço disse que os pobres são os tesouros da Igreja,mas,falando assim, estava usando a linguagem de seu tempo.
60. Sem violências, dizemos que as chaves da Igreja, dadas por méritode Cristo, são esses tesouros.
61. Porque é claro que para a remissão das penas e a absolvição decasos (especiais) é suficiente o poder do papa.
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santo Evangelho da glória e dagraça de Deus.
63. Mas este é merecidamente o mais odiado, visto que torna o primeiroúltimo.
64. Por outro lado, os tesouros das indulgências são merecidamentemuito populares, visto que fazem do último primeiro.
65. Assim os tesouros do Evangelho são redes com que desde aAntigüidade se pescam homens de bens.
66. Os tesouros das indulgências são redes com que agora se pescam osbens dos homens.
67. As indulgências, conforme declarações dos que as pregam, são asmaiores graças; mas “maiores” se deve entender como rendas que produzem.
68. Com efeito, são de pequeno valor quando comparadas com a graça deDeus e a piedade da cruz.
69. Bispos e párocos são obrigados a admitir os comissários dosperdões apostólicos com toda a reverência.
70. Mas estão mais obrigados a aplicar seus olhos e ouvidos à tarefade tornar seguro que não pregam as invenções de sua própria imaginação emvez de comissão do papa.
71. Se qualquer um falar contra a verdade dos perdões apostólicos quesejam anátema e amaldiçoado.
72. Mas bem-aventurado é aquele que luta contra a dissoluta edesordenada pregação dos vencedores de perdões.
73. Assim como o papa justamente investe contra aqueles que dequalquer modo agem em detrimento do negócio dos perdões.
74. Tanto mais é sua intenção investir contra aqueles que, sob opretexto dos perdões, agem em detrimento do santo amor e verdade.
75. Afirmar que os perdões papais têm tanto poder que podem absolvermesmo um homem que - para aduzir uma coisa impossível -tivesse violado a mãode Deus, é delirar como um lunático.
76. Dizemos, ao contrário, que os perdões papais não podem tirar omenor dos pecados veniais no que tange à culpa.
77. Dizer que nem mesmo São Pedro e o papa podiam dar graças maiores éuma blasfêmia contra São Pedro e o papa.
78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, temmaiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças daadministração (ou da cura), etc., como em 1 Co 12.
79. É blasfêmia dizer que a cruz adornada com as armas papais tem osmesmos efeitos que a cruz de Cristo.
80. Bispos, párocos e teólogos que permitem que tal doutrina sejapregada ao povo deverão prestar contas.
81. Essa licenciosa pregação dos perdões torna difícil, mesmo apessoas estudadas, defender a honra do papa contra a calúnia, ou pelo menoscontra as perguntas capciosas dos leigos.
82. Esses perguntam: Por que o papa não esvazia o purgatório por umsantíssimo ato de amor e das grandes necessidades das almas; isto não seriaa mais justa das causas visto que ele resgata um número infinito de almaspor causa do sórdido dinheiro dado para a edificação de uma basílica que éuma causa bem trivial?
83. Por que continuam os réquiens e os aniversários dos defuntos e elenão restitui os benefícios feitos em seu favor, ou deixa que sejamrestituídos, visto que é coisa errada orar pelos redimidos?
84. Que misericórdia de Deus e do papa é essa de conceder a uma pessoaímpia e hostil a certeza, por pagamento de dinheiro, de uma alma pia emamizade com Deus, enquanto não resgata por amor espontâneo uma alma que épia e amada, estando ela em necessidade?
85. Os cânones penitenciais foram revogados de há muito e estão mortosde fato e por desuso. Por que então ainda se concedem dispensas deles pormeio de indulgências em troca de dinheiro, como se ainda estivesse em plenaforça?
86. As riquezas do papa hoje em dia excedem muito às dos mais ricosCrassos; não pode ele então construir uma Basílica de São Pedro com seupróprio dinheiro, em vez de fazê-lo com o dinheiro dos fiéis?
87. O que o papa perdoa ou dispensa àqueles que pela perfeitacontradição têm direito à remissão e dispensa plenária?
88. Não receberia a Igreja um bem muito maior se o papa fizesse cemvezes por dia o que agora faz uma única vez, isto é, distribuir essasremissões e dispensas a cada um dos fiéis?
89. Se o papa busca pelos seus perdões antes a salvação das almas doque dinheiro, por que suspende ele cartas e perdões anteriormenteconcedidos, visto que são igualmente eficazes?
90. Abafar esses estudos argumentos dos fiéis apelando simplesmentepara a autoridade papal em vez de esclarecê-los mediante uma respostaracional, é expor a Igreja e o papa ao ridículo dos inimigos e tornar oscristãos infelizes.
91. Se os perdões fossem pregados segundo o espírito e a intenção dopapa, seria fácil resolver todas essas questões; antes, nem surgiriam.
92. Portanto, que se retirem todos os profetas que dizem ao povo deCristo: “paz, paz”, e não há paz.
93. E adeus a todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: “a cruz,a cruz”, e não há cruz.
94. Os cristãos devem ser exortados a esforçar-se em seguir a Cristo,sua cabeça, através de sofrimentos, mortes e infernos.
95. E que eles confiem entrar no céu antes passando por muitastribulações do que por meio da confiança da paz.
window.google_render_ad();

Precisa - se de Luteros!!




Amanhã estaremos comemorando o Dia da Reforma Protestante, pois fazem exatamente 491 anos que um monge fez algo audacioso e desafiador e que não só precisa ser lembrado, mas principalmente ser imitadopor todos nós.

É muito bom lembrarmos os marcos da nossa história, mas é importante que reconheçamos que igualmente ao tempo de Lutero a igreja está precisando mais do que nunca de reformadores, ou simplesmente de Luteros. Precisa - se de Luteros que se comprometam com o Reino de Deus, que sejam gratos pela sua salvação a ponto de fazer como fez o Lutero, entregá a sua vida totalmente como um sacrifício vivo e agradável a Deus. Precisa-se de Luteros que não amem a fama e o poder e que queiram ser invisíveis enquanto o nosso Mestre brilha mais e mais. Muito mais do que marchas para mostrar o quanto somos, precisa-se de ações e marchas no mundo espiritual para restaurar o verdadeiro culto à Deus dentro de nossos templos. Muito mais do que shows que promovem a carnalidade e a idolatria, precisa-se de compromissos verdadeiros e diário em louvar a Deus em todas as circunstâncias. Precisá-se de Luteros reformadores que sejam verdadeiros e que rompam com a estética cultual que levou embora a espiritualidade de muitas igrejas.Precisa-se de Luteros adoradores, pois cantores encontra-se em qualquer lugar. E muito mais do que festas precisa-se de reflexões sobre o nosso papel como reformadores, será que somos bons na seara do mestre a ponto de merecermos recompensas? Será que os milhões de evangélicos que temos são trabalhadores do Dono da vinha? Ou não passamos de bons atores no que fazemos? Será que era isto que Lutero realmente queria? Creio que não!Assim como Paulo pediu para que fosse imitado, com certeza o que Lutero queria era multidões de imitadores e não de admiradores.
A igreja hoje é reconhecida e até mesmo admirada, assim como a primitiva se casou com o Estado, também a atual anda de mãos dadas com ele, come na mesma mesa, reparte as mesmas ambições e anseios de poder. Precisa-se urgente de homens que estejam na brecha, pois muitas "Jerusaléns" estão totalmente queimadas a espera de um Neemias que a socorra. Creio que Deus encontrou naquele monge um templo perfeito para colocar o seu altar, e no clamor do Espírito, hoje se ouve o anseio, por novos Luteros que promovam o maior avivamento da história.

Quem era Martinho Lutero.


Há 491 anos um monge afixou na porta da igreja de Wittenberg 95 teses que iam de encontro com as doutrinas da Igreja Católica, foi o estopim para a Reforma Protestante. A data era 31 de Outubro de 1517 e o monge era Martinho Lutero. Lutero nasceu no dia 10 de novembro de 1483 em Eisleben, Alemanha. Em 1501 foi enviado à Universidade de Erfurt, onde passou pelos costumeiros cursos de lógica e filosofia. Aos vinte anos de idade, recebeu o título de licenciado, e passou logo a ensinar a física de Aristóteles, ética e outros assuntos ligados à filosofia. Posteriormente, por indicação de seus pais, dedicou-se à lei civil, a fim de trabalhar como advogado; porém, foi separado desta atividade devido ao incidente relatado a seguir. Ao andar certo dia pelos campos, foi lançado ao solo por um raio, enquanto um amigo morreu ao seu lado. Este fato afetou-o de tal modo que, sem comunicar o seu propósito a algum de seus amigos, retirou-se do mundo e enclausurou-se junto à ordem dos eremitas de Santo Agostinho.
Dedicou-se ali à leitura das obras de Santo Agostinho e dos escolásticos; porém, ao vasculhar a biblioteca, encontrou, acidentalmente, uma cópia da Bíblia latina que jamais havia visto antes. Esta atraiu poderosamente a sua curiosidade; leu-a ansiosamente e sentiu-se atônito ao perceber que apenas uma pequena porção das Escrituras era ensinada ao povo.
Fez a sua profissão de fé no mosteiro de Erfurt, após ter sido noviço durante um ano; e tomou ordens sacerdotais, ao celebrar a sua primeira missa em 1507. Um ano mais tarde foi transferido do mosteiro de Erfurt à Universidade de Wittenberg, pois, após a fundação da Universidade, pensava-se que nada seria melhor para dar-lhe reputação e fama imediata do que a autoridade e a presença de um homem tão célebre, por seu grande temperamento e erudição, como era Martinho Lutero.
Em Erfurt havia um certo ancião no convento dos agostinianos, com quem Lutero, que pertencia à mesma ordem, como frade agostiniano, conversou sobre vários assuntos, especialmente a remissão dos pecados. Sobre este tema, este sábio padre foi franco com Lutero, ao dizer-lhe que o expresso mandamento de Deus é que cada homem creia particularmente que os seus pecados foram perdoados em Cristo; disse-lhe ainda que esta interpretação particular fora confirmada por São Bernardo: “Este é o testemunho que o Espírito Santo te dá em teu coração, quando diz: Os teus pecados te são perdoados. Porque este é o ensino do apóstolo, que o homem é livremente justificado pela fé”.
Estas palavras não serviram somente para fortalecer Lutero, mas também para ensinar-lhe o pleno sentido do ensino do apóstolo Paulo, que insiste tantas vezes na seguinte frase: “Somos justificados pela fé”. E, após ler as exposições de muitos sobre esta passagem, logo percebeu, tanto pelo discurso do ancião como pelo conselho que recebeu em seu espírito, o quão vãs eram as interpretações que antes havia lido nos trabalhos dos escolásticos. E assim, pouco a pouco, ao ler e comparar os ditos e os exemplos dos profetas e dos apóstolos, com uma contínua invocação a Deus, e com a excitação da fé pelo poder da oração, deu-se conta desta doutrina com a maior evidência.
Assim prosseguiu os seus estudos em Erfurt pelo período de quatro anos no mosteiro dos agostinianos.
Em 1512, sete mosteiros de sua ordem tiveram uma divergência com o seu vigário geral. Lutero foi escolhido para ir a Roma e defender a sua causa. Naquela cidade, observou o papa e a sua corte, e teve também a oportunidade de contemplar as maneiras do clero, cujos modos precipitados, superficiais e ímpios de celebrar a missa foram severamente por ele criticados. Assim que ajustou a disputa que havia motivado a sua viagem, voltou a Wittenberg e foi constituído doutor em teologia, às custas de Federico, da Saxônia, que freqüentemente lhe ouvia pregar, e que estava familiarizado com o seu mérito, e que lhe reverenciava muito.
Continuou na Universidade de Wittenberg de onde, como professor de teologia, dedicou-se à atividade de sua vocação. Neste ponto deu início à leitura extremamente intensa das conferências sobre os livros sagrados. Explicou a Epístola aos Romanos e os Salmos, que esclareceu e explicou de uma maneira tão completamente nova e diferente do que havia sido o estilo dos comentaristas anteriores, que “era como, após uma longa e escura noite, amanhecesse um novo dia, a juízo de todos os homens piedosos e prudentes”.
Lutero dirigia de modo cuidadoso a mente dos homens ao filho de Deus, do mesmo modo que João Batista anunciava o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; do mesmo modo Lutero, ao resplandecer na igreja como uma luz brilhante após uma longa e tenebrosa noite, mostrou de maneira clara que os pecados são livremente remidos pelo amor do filho de Deus, e que cada pessoa deveria fielmente abraçar a este generoso dom.
A sua vida estava de acordo com o que ele professava; e evidenciou-se de modo claro que as suas palavras não eram meramente a atividade de seus lábios, mas que procediam de seu próprio coração. Esta admiração por sua vida de santificação atraiu muito os corações de seus ouvintes.
A fim de preparar-se melhor para a tarefa que havia empreendido, aplicou-se atentamente ao estudo dos idiomas grego e hebraico; e a isto estava dedicado quando se publicaram as indulgências gerais em 1517.
Leão X, que sucedeu a Júlio II em março de 1513, teve o desígnio de reconstruir a magnífica Catedral de São Pedro em Roma, cujas obras haviam sido iniciadas por Júlio, mas que ainda precisava de muito dinheiro para ser concluída. Por esta razão, Leão X, em 1517, aprovou a concessão de indulgências gerais a toda Europa, em favor de todos os que contribuíssem com qualquer soma de dinheiro para a reedificação da catedral; e designou pessoas em diferentes países para proclamarem estas indulgências e receberem o dinheiro das mesmas. Estes estranhos procedimentos provocaram muito escândalo em Wittenberg e, de modo particular, inflamaram o zelo de Lutero, o qual era por natureza ardente e ativo. Neste caso, por ser incapaz de conter-se, estava decidido a declarar-se contrário a tais indulgências em todas as circunstâncias.
Por esta razão, na véspera do dia de todos os santos, em 31 de outubro de 1517, fixou publicamente, na igreja adjacente ao castelo naquela cidade, as noventa e cinco teses contra as indulgências, onde desafiava a qualquer que se opusesse a elas, fosse por escrito ou por debate oral. As proposições de Lutero acerca das indulgências haviam sido publicadas há pouco, quando Tetzel, o frade dominicano comissionado para a sua venda, manteve e publicou suas teses em Frankfort, que continha um conjunto de proposições diretamente contrárias às de Lutero. Fez ainda mais: agitou o clero de sua ordem contra seu companheiro; considerou-o, do púlpito, um anátema e herege condenável, e queimou em público as suas teses em Frankfort. As teses de Tetzel também foram queimadas em Wittenberg, como reação, pelos luteranos. Porém o próprio Lutero negou ter parte nesta ação.
Em fevereiro de 1537 foi celebrada uma assembléia em Smalkalda sobre questões religiosas, para a qual Lutero e Melanton foram convidados. Durante esta reunião, ele ficou tão enfermo, que não havia esperança de que se recuperasse. Enquanto o levavam de volta, escreveu o seu testamento, no qual legava a seus amigos e irmãos o seu desdém pelo papado. E assim esteve ativo até a sua morte, que aconteceu em 1546.
Naquele ano, na companhia de Melanton, foi à Saxônia, sua província natal, que há muito tempo não visitava, e ali chegou são e salvo. Porém, pouco depois, foi chamado pelos condes de Mansfelt, para que arbitrasse umas diferenças que haviam surgido acerca de seus limites e, ao chegar, foi recebido por mais de cem ginetes e conduzido de maneira muito honrosa. Porém, ficou tão enfermo naquela ocasião, que se temeu que pudesse morrer. Lutero disse, então, que estes ataques de enfermidade sempre lhe sobrevinham quando tinha qualquer grande obra a empreender. Porém, nesta ocasião, não se recuperou, mas morreu no dia 18 de fevereiro, com sessenta e três anos de idade. Pouco antes de expirar, admoestou àqueles que estavam em volta de si a que orassem a favor da propagação do Evangelho, e disse-lhes:
“Porque o Concílio de Trento, que teve uma ou duas reuniões, e o papa, inventarão coisas estranhas contra o Evangelho”.
Ao sentir que se aproximava o desenlace fatal, antes das nove horas da manhã, encomendou-se a Deus com esta devota oração: “Meu Pai celestial, Deus eterno e misericordioso! Tu manifestaste a mim o teu amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. Ensinei a respeito dEle, e tenho-o conhecido; amo-o da mesma forma que preservo a minha própria vida, minha saúde e minha redenção; a Quem os malvados têm perseguido, caluniado e afligido com vitupérios. Leve a minha alma a Ti”.
Depois disto, citou a frase a seguir, e repetiu-a por três vezes: “Em tuas mãos entrego o meu espírito. Tu me remiste, ó Deus, de verdade!”.
Em seguida, citou João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Após repetir as suas orações várias vezes, foi chamado à presença de Deus.
Desta forma, a sua alma limpa foi pacificamente separada de seu corpo terrestre.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

DELE é o Poder!!

No livro de Salmos 62.11, o salmista diz;Deus falou uma vez; duas vezes ouvi isto: que o poder pertence a Deus. Diante de um cenário em que a capacidade humana vem sendo sempre elogiada e as vezes até idolatrada, não faltam quem na euforia humanista questionam o Poder eminente de nosso Deus. A mais de 2000 anos a bíblia vem alertando para os fatos que estão em evidências nestes últimos dias, e o progresso humano que para muitos é até novidade foi profetizado por Daniel que dizia que este era um dos muitos sinais dos últimos tempos. É inquestionável para nós o Poder do nosso Deus, por isso tributamos a Ele o que lhe é devido, honras, glórias e louvores, pois Ele com o Seu poder e soberania está com as rédeas do mundo em suas mãos. O homem pensa muitas vezes que ele é o autor deste enredo confuso que é a vida, mas ele não passa de um ator cujo papel está esrito e assinado pelo Diretor Geral que é o Deus de Israel, este é um dos exemplo que mais se assemelha a existência. O homem pode até argumentar tem o seu direito concedido pelo livre arbítrio, pode até duvidar, e até mesmo não crer em Deus, mas o que Ele não pode fazer pela sua negação é impedir a Sua existência. Eles querem sinais e satisfações como se Deus fosse uma mera criatura, mas a resposta mais perfeita é a que o Criador deu ao Faraó do êxodo, "EU SOU O QUE SOU ". Deus não é soberbo, jamais, mas sempre fez desafios e nunca encontrou que Lhe assemelhasse, (Is 45:6) - Para que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que fora de mim não há outro; eu sou o SENHOR, e não há outro. Nenhum imperador desde os Faraós até os nossos governantes atuais pode acrescentar com todo poder que tiveram um dia a mais da sua vida na terra, foram até onde Deus permitiu; "...até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. " Deus tem o controle de todas as coisas Ele é o Criador e Sustentador da criação e determina tempos para julgar aqueles que andam na soberba, Ele anuncia antes e executa no momento que lhe apraz, Ele está no controle da história constituindo e destituindo reinos e principados para cumprir os seus propósitos e antes de qualquer coisa todo o homem tem que se curvar ante a Sua soberania a bíblia diz que nunca desde a antiguidade se ouviu falar de um único deus que se iguale ao Deus de Israel(Is 46:5) - A quem me assemelhareis, e com quem me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes?, acaso existem alguma coisa ou ser que possa se igualar ao nosso Deus? Além de existir antes de tudo e criar todas as coisas do nada, Deus chama acontecimentos antes que se cogite sobre eles, (Is 41:23) - Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses; (Is 43:12) - Eu anunciei, e eu salvei, e eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR; eu sou Deus. Ele penetra e sonda tudo e todos, não há como alguém fugir de sua presença;(Sl 139:7) - Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?;quando Ele quer operar ninguém pode impedí-lo;(Dt 32:39) - Vede agora que eu, eu o sou, e mais nenhum deus há além de mim; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro, e ninguém há que escape da minha mão. Por isto com santo temor nos acheguemos a Ele pois é refúgio e consolo para os que nEle confia, Ele é a força que nos engrandece é o favor que nos faz vitoriosos a cada dia.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Como os dias de nossos pais!!




É com muito prazer depois de um certo período de silêncio que volto a postar neste Blog, que nasceu para abençoar vidas pois sei que esta é a nossa maior tarefa neste mundo libertar pessoas que se encontram em rumo à perdição eterna.Gostaria de deixar para vocês neste dia um palavra de ânimo principalmente para você que está pensando em deixar a fé, abandonar o barco ou deixar o seu posto como soldado fiel, sei que para muitos nestes últimos dias as lutas não tem sido fáceis, constantemente o exército do Senhor tem sofrido baixas devido as setas lançadas pelo nosso adversário, mas não é motivo para nos desanimar pois sei que além das nuvens escuras que anunciam tempestades existe um Sol soberano.Em todas as épocas a igreja do Senhor sofreu, gemeu, mas nunca regrediu e apesar dos dias difíceis que passamos posso afirmar porque creio na Palavra do meu Deus que brevemente virá dias de refrigério.Nunca me esqueço do que lir no Blog de um grande homem de Deus, Pastor Gesiel Nunes Gomes, era mais ou menos assim; "a igreja é como a lua, está sujeita a várias fases." esta é uma grande verdade. Sempre iremos ouvir na igreja relatos principalmente dos irmãos mais velhos sobre o que Deus fazia na época deles, nestes relatos ficamos com um sentimento de tristeza por que olhamos para hoje e a nossa igreja não se parece com a dos tempos de nosso pais.No tempo dos nossos pais os paralítcos andavam, os cegos viam, os surdos ouviam, e os oprimidos eram libertos pelo poder da Palavra de Deus.Nesta época não havia disputas políticas nas igrejas, o Reino de Deus era sempre prioridade e não degraus de escada para o sucesso.Nesta época as paredes eram tortas, o piso batido, as vezes a luz era de vela, mas havia algo que não se vê hoje nas catedrais.Nesta época os pastores não eram mestres em nada, mas quando abriam a sua boca Deus confirmava a excelência de seu ministério.Nesta época ser crente era ser chato, cafona, sofria afrontas neste mundo, eram muitas vezes rejeitados por tudo e por todos, mas quando chegavam na igreja o bom Deus os recebiam de braços abertos.Ouvindo tais relatos eu passo a meditar como era bom este tempo, como era glorioso sentir de perto a presença do Mestre. A Palavra de Deus diz que houve uma época em Israel que eles lembravam dos hinos, dos salmos da alegria que havia em Jerusalém, e em pleno cativeiro na Babilônia eles se lamentavam e suspiravam de saudades.Assim como Israel no cativeiro muitas igrejas se encontram desta maneira suspirando pelos feitos do passado, mas o mesmo Deus de Israel é o Deus da Igreja e assim como Ele resgatou o seu povo também nos resgatará. por isto não podemos desistir porque a nossa vida ela tem que ser movida pelo que cremos e crer não é ver, mas é esperar com a certeza que vai acontecer.Tenho certeza que dias melhores virão pois o nosso Deus é Renovador. A bíblia diz que aquele que perseverar até o fim será salvo por isso continue insistindo lutando, batendo, cantando, orando, gemendo que um dia o amanhã de Deus nascerá em tua vida.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Deus é fiel!

Caros irmãos em Cristo a paz do Senhor.Estamos em fase de organização do nosso BLOG, brevemente estaremos com muitas notícias, artigos e novidades para vocês.Espero que todos nós sejamos abençoados!Portanto continuem orando por nossa UMADEP, para que o ano de 2008 seja um ano de muitas realizações!!
Abraços em Cristo e a paz do SENHOR para todos vocês!!!

Não tenha medo!




Na Bíblia Sagrada Deus repete por 365 vezes:"Não temas".Em toda a história da humanidade Deus nunca ordenou a seu povo recuar ou retroceder, as derrotas que o povo de Israel somou em sua história nunca foi por infidelidade ou incapacidade de Deus dá a vitória, mas foi por causa do seus erros.

Momentos difíceis passaram e passam os servos do Senhor, mas Deus permanece dizendo: "Não temas".Deus nunca deu motivos para temermos as aflições ou ataques.Em primeiro lugar não devemos temer não por sermos fortes ou hábeis, por que Deus não usa os que se acham sábios, mas as coisas pequenas desse mundo, prova disso é que quando chegou o momento de trabalhar na vida de Moisés, Ele tirou-o do Egito e o levou para o deserto, e no final dos 40 anos de sua saída para o deserto aos 80 anos o velho Moisés que fora educado em todas as ciências do Egito, se achava totalmente incapaz para a tarefa de libertar o povo de Israel daquela terra.Se Deus convidasse Moisés 40 anos antes, ele com certeza diria sim por se achar capaz e influente em toda terra do Egito, mas Deus não queria que mais tarde Moisés batesse no peito e falasse com minha forçã e habilidade eu tirei o povo de Israel do Egito.

A Bíblia tem uma maneira peculiar de nos tratar e em todas elas, mostra que não somos desamparados ou povo sem liderança.Ao nos chamar de rebanho sabemos que Ele é o nosso Pastor;ao nos chamar de servos sabemos que Ele é o nosso Senhor;ao nos chamar de nação sabemos que Ele é o nosso Rei;ao nos chamar de filhos sabemos que Ele é o nosso Pai;ao nos chamar de lavoura de Deus sabemos que Ele é o Agricultor cuidadoso;ao nos chamar de igreja ou noiva do cordeiro sabemos que Ele é o Noivo Amado;ao nos chamar de nação sacerdotal sabemos que Ele é o nosso Sumo Sacerdote.Em todos estes exemplos podemos compreender que não somos como orfãos desamparados, Deus é o nosso protetor.Por isso não devemos temer por que o nosso Deus é fiel!

Não foram poucas as vezes que o povo de Israel passou por momentos difíceis, em 70d.c, os romanos invadiram Jerusalém e os Judeus que conseguiram escapar se dispersaram pelo mundo, fato que ficou conhecido com Diáspora.Nos séculos que se seguiram a nação judaica passou por humilhações, perseguições em todas as nações que eles se abrigaram, ficaram registrados nos livros de historiadores "as aflições dos filhos de Jacó ";Israel passou pela fornalha da aflição para ser provado como ouro.O ponto máximo da aflição chegou na primeira metade do século XX, quando por volta da Segunda Guerra Mundial em 1939, Adolf Hitler o maior déspota dos ultimos tempos, mandou assassinar de diversas maneiras cerca de 6 milhões de judeus durante a guerra, hoje ainda este fato é o maior exemplo de atrocidades que um líder pode cometer. No período da sua ditadura os Judeus e outros grupos minoritários considerados "indesejados", como Testemunhas de Jeová, eslavos, poloneses, ciganos,negros, homossexuais, deficientes físicos e mentais, foram perseguidos e exterminados no que se convencionou chamar de Holocausto. Para muitos era fim de israel, Deus parecia ter abandonado o seu povo, como ficou aparente em muitos momentos como:Na abertura do Mar Vermelho, nas Muralhas de Jericó, no Cativeiro, e em outros momentos.Na época do Holocausto, Israel não era reconhecida como nação, após a Diáspora, o povo judeu andou pelas nações da terra como hóspedes e muitos vezes indesejados, em vários países da Europa os judes eram separados dos demais povos, e os piores trabalhos eram reservados para eles, não é difícil você ver nos livros casos horríveis de perseguição e crueldade, por parte de reis, papas e imperadores para com os judeus.Em 1945 após o fim da Segunda Guerra Israel, estava destroçada, arrasada e humilhada, sem tutor, sem liderança, mas Deus sempre deu graças aos humildes e força ao cansado ou ao que não tem nenhum vigor, em 1948 em uma sessão da ONU, o brasileiro Osvaldo Aranha, presidiu a sessão que deu alento ao sonho judeu de voltar a sua terra.Após grande lutas e aflições Deus trouxe paz e alegria para o rosto sofrido dos judeus fazendo-o oficilmente uma nação independente, mostrando a sua fidelidade.Em Jeremias 29.11, Deus diz: "Eu é que sei que pensamento tenho sobre vós, diz o Senhor, pensamentos de paz e não de mal para vos dar o fim que desejais.Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei".Deus nunca deixou o seu povo, e em suas aflições Ele trabalhava no coração da nação judéia para cumprir a Sua boa Palavra.Ele diz em sua palavra:"Chamei-te pelo teu nome e tú és meu".Se nos consideramos de Deus como dizemos não devemos temer os momentos de provas pois é o Senhor quem peleja por nós, pois todas as coisas contribuem para o bem de todos os que temem as Senhor e chama por Seu Nome.Os momentos difíceis que Israel passou e passa só o fortalece como povo escolhido de Deus, pois o Senhor é o Seu Guarda fiel.E como igreja do Senhor não fiquemos turbados pois Ele é que nos guarda.Pode uma mãe esquecer o seu filho?Ainda que viesse se esquecer do fruto do seu ventre todavia o Senhor jamais esquecerá de Nós.

Amén!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Deus é fiel!!

Caros irmãos em Cristo, a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus.Graças a Deus que nos dá vitória, por intermédio do nosso Amado e Eterno Salvador Jesus. Amados, é com o coração profundamente grato a Deus, que estamos inaugurando o nosso Blog, que será mais uma das várias maneiras que usaremos para nos comunicar e postar a nossa opinião, debater sobre assuntos variados e relevantes do nosso cotidiano. A UMADEP - União da Mocidade da Assembléia de Deus de Piritiba-Bahia, é um grupo com cerca de 65 jovens, que renunciaram as paixões desse mundo para servir ao Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.
Nossa igreja é filiada a CEADEB-Convenção Estadual das Assembléia de Deus do Estado da Bahia, que é ligada a CGADB- Convenção Geral da Assembléia de Deus no Brasil.A nossa igreja é hoje presidida pelo Pr. Salvador Mota da Silva, que tem conduzido esta igreja para glória do nome do Senhor.
Para nós, a internet não é um instrumento do "mal" como dizem alguns, mas é uma ferramenta que pode ser utilizada pela igreja do Senhor na propagação do evangelho de Cristo que é o poder de Deus. Por isso, sabiamente estamos renovando e não inovando as nossas estratégias de evangelização, para alcançarmos o maior número possível de almas para o reino de Deus. Muitos utilizam a internet, somente para semear o ódio, a discórdia, a pornografia, a violência.
Muitas vezes passamos horas e horas, conversando com alguém nas salas de bate papo, em sites de relacionamento e não temos a coragem de dizer a "Verdade ", porque achamos que não pega bem, é mico ou outros termos parecidos.É hora de levantarmos a bandeira da causa do evangelho e com a sabedoria dada por Deus falarmos, não para agradar a homens, mas para agradar a Deus que sonda os nossos corações!
É tempo de trabalharmos na seara, pois a noite vem quando ninguém mais vai trabalhar. Este é o nosso objetivo: semear a Palavra

Postado por umadep-iritiba-(umadep-piritiba)