
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Aprender com o Mestre

segunda-feira, 10 de novembro de 2008
História da Assembléia de Deus

A história da Assembléia de Deus em Belém tem origem no chamado de dois missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren. Após receberem o batismo com o Espírito Santo – com evidência de falar em outras línguas – durante o avivamento em Los Angeles e Chicago no início do século 20, Deus os escolheu para juntos trazerem mensagem pentecostal para o Brasil.
O chamado aconteceu de forma sobrenatural: através de uma profecia, foi revelado que os dois deveriam ir ao Pará. Somente após procurar no mapa mundial os dois missionários tomaram conhecimento de que o local ficava no norte do Brasil. Em obediência à chamada divida, Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém no dia 19 de novembro de 1910.
Além da barreira do idioma, os dois missionários sofreram com a falta de recursos financeiros, pois, além de serem pobres, não eram mantidos por nenhuma junta missionária. No início, Berg e Vingren participavam de cultos em igrejas protestantes cantando hinos em sueco. Quando passaram a entender o idioma local, iniciaram a testificar de Jesus, enfatizando a salvação, o batismo com o Espírito Santo, a cura divina e o uso dos dons espirituais.
A doutrina pentecostal ministrada com a devida base bíblica foi assimilada por parte dos crentes, mas rejeitada por outros. Seis meses depois da chegada a Belém, Vingren foi convidado para dirigir um culto de oração e falou da necessidade de o crente ser revestido do poder do alto. A maioria dos presentes alegrou-se com a mensagem e outras reuniões de oração foram realizadas em casas de crentes que queriam o batismo no Espírito Santo como uma realidade em suas vidas. No alvorecer do dia 8 de junho de 1911, a irmã Celina Albuquerque, orando em sua casa, juntamente com outros irmãos, teve o privilégio de ser a primeira evangélica brasileira a receber o cumprimento da promessa, falando em línguas, tal qual os primitivos cristãos no dia de Pentecostes. No dia seguinte, a irmã Maria de Nazaré de Araújo foi também batizada com o Espírito Santo.
A evidência da mensagem pentecostal levou a direção da Igreja Batista a uma tomada de posição. Em uma reunião extraordinária, foi solicitado que todos os que estivessem de acordo com a nova doutrina se manifestassem. Para surpresa geral, dezenove irmãos — a maioria, portanto — levantaram-se. Uns porque já eram batizados com o Espírito Santo, e os outros, porque criam que poderiam receber a promessa. O grupo alinhado ao ensino pentecostal foi ilegalmente excluído pela minoria presente, delineando as bases do movimento pentecostal no solo brasileiro. Os irmãos desligados da Igreja Batista passaram a reunir-se em um salão na Rua Siqueira Mendes, 79, Cidade Velha, residência do irmão Henrique de Albuquerque. Como a glória do Senhor se manifestava naquele lugar, houve a necessidade de organizar o movimento. No dia 18 de junho de 1911, por deliberação unânime, foi fundada a Missão de Fé Apostólica, posteriormente denominada de Assembléia de Deus. Supõe-se que o nome escolhido para a nova denominação esteja ligado às igrejas que na América do Norte professavam a mesma doutrina e foram denominados de Assembléia de Deus ou Igreja Pentecostal.
Estabelecida a Assembléia de Deus, os novos convertidos sentiram de imediato o impulso do Espírito Santo, saindo em busca das almas, seguindo os passos de Gunnar Vingren e Daniel Berg. Os resultados, testemunhados com salvação, batismo com o Espírito Santo e também com curas divinas, deram à igreja pentecostal a dimensão que hoje vemos. O rápido crescimento exigiu a consagração de pastores e norteou a expansão ministerial da nova igreja. Em Belém e aonde iam, aceitando a fé e comprovando a chamada divina, os obreiros separados saíam destemidamente anunciando a Palavra de Deus, sob a unção do Espírito Santo. O grande crescimento da obra levou os pastores consagrados a assumirem trabalhos em outras localidades e estados, ampliando as fronteiras da mensagem pentecostal no Brasil. Atualmente o testemunho pentecostal da Igreja Assembléia de Deus está presente em todo o Brasil. Os templos e congregações da igreja são verdadeiras agências do Reino de Deus em qualquer cidade ou lugarejo desta nação, mesmo nos lugares de mais difícil acesso.
Através de um início simples, mas sob a bênção de Deus, a mensagem pentecostal chegou ao Brasil através de Belém do Pará, a “Casa do Pão” de todos os pentecostais brasileiros. Esta mensagem originada nos céus alcançou milhões de pessoas em todo o País, fazendo da Assembléia de Deus a maior igreja evangélica do Brasil, local onde Deus fez e continua a fazer coisas maravilhosas.
Extraído do site: http://www.adbelem.org.br/index.php?page=historia
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A Palavra vivifica!!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008
As 95 Teses de Martinho Lutero

2. Essa declaração não pode ser entendida como o sacramento dapenitência ( confissão e absolvição) administrado pelo sacerdócio.
3. Contudo, não pretende falar unicamente de arrependimento interior;pelo contrário, o arrependimento interior é vão se não produz externamentediferentes espécies de mortificação da carne.
4. Assim, permanece a penitência enquanto permanece o ódio de si(verdadeira penitência interior), a saber, o caminho reto para entrar noreino dos céus.
5. O papa não tem o desejo nem o poder de perdoar quaisquer penas,exceto aquelas que ele impôs por sua própria vontade ou segundo a vontadedos cânones.
6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ouconfirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoado os casosque lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, aculpa permaneceria.
7. Deus não perdoa a culpa de ninguém sem sujeitá-lo à humilhação sobtodos os aspectos perante o sacerdote, vigário de Deus.
8. Os cânones da penitência são impostos unicamente sobre os vivos enada deveria ser imposto aos mortos, segundo eles.
9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa, massempre faz exceção de seus decretos no caso da iminência da morte e danecessidade.
10. Os sacerdotes que, no caso de morte, reservam penas canônicas parao purgatório agem ignorante e incorretamente.
11. Esta cizânia que se refere à mudança de penas canônicas empenas no purgatório certamente foi semeada enquanto os bispos dormiam.
12. As penitências canônicas eram impostas antigamente não depois daabsolvição, mas antes dela, como prova de verdadeira contrição.
13. Os moribundos pagam todas as suas dívidas por meio de sua morte ejá estão mortos para as leis dos cânones, estando livres de sua jurisdição.
14. Qualquer deficiência em saúde espiritual ou em amor por parte deum homem moribundo deve trazer consigo temor, e quanto maior for adeficiência, maior deverá ser o temor.
15. Esse temor e esse terror bastam por si mesmos para produzir aspenas do purgatório, sem qualquer outra coisa, pois estão pouco distante doterror do desespero.
16. Com efeito, a diferença entre Inferno, Purgatório e Céu parece sera mesma que há entre desespero, quase-desespero e confiança.
17. Parece certo que, para as almas do purgatório, o amor cresce naproporção em que diminui o terror.
18. Não parece estar provado, quer por argumentos quer pelasEscrituras, que essas almas estão impedidas de ganhar méritos ou de aumentaro amor.
19. Nem parece estar provado que elas estão seguras e confiantes desua bem-aventurança, ou, pelo menos, que todas o estejam, embora possamosestar seguros disso.
20. O papa, pela remissão plenária de todas as penas, não quer dizer aremissão de todas as penas em sentido absoluto, mas somente das que foramimpostas por ele mesmo.
21. Por isto estão em erro os pregadores de indulgências que dizemficar um homem livre de todas as penas mediante as indulgências do papa.
22. Pois para as almas do purgatório ele não perdoa penas a queestavam obrigadas a pagar nesta vida, segundo os cânones.
23. Se é possível conceder remissão completa das penas a alguém, écerto que somente pode ser concedida ao mais perfeito; isto quer dizer, amuito poucos.
24. Daí segue-se que a maior parte do povo está sendo enganadapor essas promessas indiscriminadas e liberais de libertação daspenas.
25. O mesmo poder sobre o purgatório que o papa possui em geral, épossuído pelo bispo e pároco de cada dioceses ou paróquia.
26. O papa faz bem em conceder remissão às almas não pelo poder daschaves (poder que ele não possui), mas através da intercessão.
27. Os que afirmam que uma alma voa diretamente para fora (dopurgatório) quando uma moeda soa na caixa das coletas, estão pregando umainvenção humana (hominem praedicant).
28. É certo que quando uma moeda soa, cresce a ganância e a avareza;mas a intercessão (suffragium) da Igreja está unicamente na vontade de Deus.
29. Quem pode saber se todas as almas do purgatório desejam serresgatadas? (Que se pense na história contada a respeito de São Severino eSão Pascoal).
30. Ninguém está seguro na verdade de sua contrição; muito menos deque se seguirá a remissão plenária.
31. Um homem que verdadeiramente compra suas indulgências é tão rarocomo um verdadeiro penitente, isto é, muito raro.
32. Aqueles que se julgam seguros da salvação em razão de suas cartasde perdão serão condenados para sempre juntamente comseus mestres.
33. Devemos guardar-nos particularmente daqueles que afirmam que essesperdões do papa são o dom inestimável de Deus pelo qual o homem éreconciliado com Deus.
34. Porque essas concessões de perdão só se aplicam às penitências dasatisfação sacramental que foram estabelecidas pelos homens.
35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obterredenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com ocristão.
36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissãoplenária tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem umacarta de perdão.
37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos osbenefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem cartas deperdão.
38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado,pois - como disse - é uma declaração da remissão divina.
39. É muito difícil, mesmo para os teólogos mais sábios, dar ênfase napregação pública simultaneamente ao benefício representado pelasindulgências e à necessidade da verdadeira contrição.
40. Verdadeira contrição exige penitência e a aceita com amor; mas obenefício das indulgências relaxa a penitência e produz ódio a ela. Tal épelo menos sua tendência.
41. Os perdões apostólicos devem ser pregados com cuidado para que opovo não suponha que eles são mais importantes que outros atos de amor.
42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é intenção do papa que seconsidere a compra dos perdões em pé de igualdade com as obras demisericórdia.
43. Deve-se ensinar aos cristãos que dar aos pobres ou emprestar aosnecessitados é melhor obra que comprar perdões.
44. Por causa das obras do amor, o amor é aumentado e o homem progrideno bem; enquanto que pelos perdões não há progresso na bondade, massimplesmente maior liberdade de penas.
45. Deve-se ensinar aos cristãos que um homem que vê um irmão emnecessidade e passa a seu lado para dar o seu dinheiro na compra dosperdões, merece não a indulgência do papa, mas a indignação de Deus.
46. Deve-se ensinar aos cristãos que - a não ser que haja grandeabundância de bens - são obrigados a guardar o que é necessário para seuspróprios lares e de modo algum gastar seus bens na compra de perdões.
47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de perdões é matéria delivre escolha, e não de mandamento. 48. Deve-se ensinar aos cristãos que, aoconceder perdões, o papa tem mais desejo (como tem mais necessidade) deoração devota em seu favor do que de dinheiro contado.
49. Deve-se ensinar aos cristãos que os perdões do papa são úteis senão se põe confiança neles, mas que são enormemente prejudiciais quando, porcausa deles, se perde o temor de Deus.
50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa conhecesse as exaçõespraticadas pelos pregadores de indulgências, ele preferiria que a Basílicade São Pedro fosse reduzida a cinzas a construí-la com a pele, a carne e osossos de suas ovelhas.
51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa - como é de seu dever -desejaria dar os seus próprios bens aos pobres homens de quem certosvendedores de perdões extorquem o dinheiro; que para este fim ele venderia -se fosse possível - a Basílica de São Pedro.
52. Confiança na salvação por causa de cartas de perdões é vã, mesmoque o comissário, e até mesmo o próprio papa, empenhasse sua alma comogarantia.
53. São inimigos de Cristo e do povo os que, em razão da pregação dasindulgências, exigiam que a Palavra de Deus seja silenciada em outrasigrejas.
54. Comete-se uma injustiça para com a palavra de Deus se, no mesmosermão, se concede tempo igual, ou mais longo, às indulgências do que aPalavra de Deus.
55. A intenção do papa deve ser esta: se a concessão dos perdões - queé matéria de pouca importância - é celebrada pelo toque de um sino, como umaprocissão e com uma cerimônia, então o Evangelho - que é a coisa maisimportante - deve ser pregado com o acompanhamento de cem sinos, de cemprocissões e de cem cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja - de onde o papa tira as indulgências - nãoestão suficientemente esclarecidos nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É pelo menos claro que não são tesouros temporais, porque nãoestão amplamente espalhados, mas somente colecionados pelos numerososvendedores de indulgências.
58. Nem são os méritos de Cristo ou dos santos, porque esses, morte edescida ao inferno do homem exterior.
59. São Lourenço disse que os pobres são os tesouros da Igreja,mas,falando assim, estava usando a linguagem de seu tempo.
60. Sem violências, dizemos que as chaves da Igreja, dadas por méritode Cristo, são esses tesouros.
61. Porque é claro que para a remissão das penas e a absolvição decasos (especiais) é suficiente o poder do papa.
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santo Evangelho da glória e dagraça de Deus.
63. Mas este é merecidamente o mais odiado, visto que torna o primeiroúltimo.
64. Por outro lado, os tesouros das indulgências são merecidamentemuito populares, visto que fazem do último primeiro.
65. Assim os tesouros do Evangelho são redes com que desde aAntigüidade se pescam homens de bens.
66. Os tesouros das indulgências são redes com que agora se pescam osbens dos homens.
67. As indulgências, conforme declarações dos que as pregam, são asmaiores graças; mas “maiores” se deve entender como rendas que produzem.
68. Com efeito, são de pequeno valor quando comparadas com a graça deDeus e a piedade da cruz.
69. Bispos e párocos são obrigados a admitir os comissários dosperdões apostólicos com toda a reverência.
70. Mas estão mais obrigados a aplicar seus olhos e ouvidos à tarefade tornar seguro que não pregam as invenções de sua própria imaginação emvez de comissão do papa.
71. Se qualquer um falar contra a verdade dos perdões apostólicos quesejam anátema e amaldiçoado.
72. Mas bem-aventurado é aquele que luta contra a dissoluta edesordenada pregação dos vencedores de perdões.
73. Assim como o papa justamente investe contra aqueles que dequalquer modo agem em detrimento do negócio dos perdões.
74. Tanto mais é sua intenção investir contra aqueles que, sob opretexto dos perdões, agem em detrimento do santo amor e verdade.
75. Afirmar que os perdões papais têm tanto poder que podem absolvermesmo um homem que - para aduzir uma coisa impossível -tivesse violado a mãode Deus, é delirar como um lunático.
76. Dizemos, ao contrário, que os perdões papais não podem tirar omenor dos pecados veniais no que tange à culpa.
77. Dizer que nem mesmo São Pedro e o papa podiam dar graças maiores éuma blasfêmia contra São Pedro e o papa.
78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, temmaiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças daadministração (ou da cura), etc., como em 1 Co 12.
79. É blasfêmia dizer que a cruz adornada com as armas papais tem osmesmos efeitos que a cruz de Cristo.
80. Bispos, párocos e teólogos que permitem que tal doutrina sejapregada ao povo deverão prestar contas.
81. Essa licenciosa pregação dos perdões torna difícil, mesmo apessoas estudadas, defender a honra do papa contra a calúnia, ou pelo menoscontra as perguntas capciosas dos leigos.
82. Esses perguntam: Por que o papa não esvazia o purgatório por umsantíssimo ato de amor e das grandes necessidades das almas; isto não seriaa mais justa das causas visto que ele resgata um número infinito de almaspor causa do sórdido dinheiro dado para a edificação de uma basílica que éuma causa bem trivial?
83. Por que continuam os réquiens e os aniversários dos defuntos e elenão restitui os benefícios feitos em seu favor, ou deixa que sejamrestituídos, visto que é coisa errada orar pelos redimidos?
84. Que misericórdia de Deus e do papa é essa de conceder a uma pessoaímpia e hostil a certeza, por pagamento de dinheiro, de uma alma pia emamizade com Deus, enquanto não resgata por amor espontâneo uma alma que épia e amada, estando ela em necessidade?
85. Os cânones penitenciais foram revogados de há muito e estão mortosde fato e por desuso. Por que então ainda se concedem dispensas deles pormeio de indulgências em troca de dinheiro, como se ainda estivesse em plenaforça?
86. As riquezas do papa hoje em dia excedem muito às dos mais ricosCrassos; não pode ele então construir uma Basílica de São Pedro com seupróprio dinheiro, em vez de fazê-lo com o dinheiro dos fiéis?
87. O que o papa perdoa ou dispensa àqueles que pela perfeitacontradição têm direito à remissão e dispensa plenária?
88. Não receberia a Igreja um bem muito maior se o papa fizesse cemvezes por dia o que agora faz uma única vez, isto é, distribuir essasremissões e dispensas a cada um dos fiéis?
89. Se o papa busca pelos seus perdões antes a salvação das almas doque dinheiro, por que suspende ele cartas e perdões anteriormenteconcedidos, visto que são igualmente eficazes?
90. Abafar esses estudos argumentos dos fiéis apelando simplesmentepara a autoridade papal em vez de esclarecê-los mediante uma respostaracional, é expor a Igreja e o papa ao ridículo dos inimigos e tornar oscristãos infelizes.
91. Se os perdões fossem pregados segundo o espírito e a intenção dopapa, seria fácil resolver todas essas questões; antes, nem surgiriam.
92. Portanto, que se retirem todos os profetas que dizem ao povo deCristo: “paz, paz”, e não há paz.
93. E adeus a todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: “a cruz,a cruz”, e não há cruz.
94. Os cristãos devem ser exortados a esforçar-se em seguir a Cristo,sua cabeça, através de sofrimentos, mortes e infernos.
95. E que eles confiem entrar no céu antes passando por muitastribulações do que por meio da confiança da paz.
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Precisa - se de Luteros!!

Quem era Martinho Lutero.

Fez a sua profissão de fé no mosteiro de Erfurt, após ter sido noviço durante um ano; e tomou ordens sacerdotais, ao celebrar a sua primeira missa em 1507. Um ano mais tarde foi transferido do mosteiro de Erfurt à Universidade de Wittenberg, pois, após a fundação da Universidade, pensava-se que nada seria melhor para dar-lhe reputação e fama imediata do que a autoridade e a presença de um homem tão célebre, por seu grande temperamento e erudição, como era Martinho Lutero.
Em Erfurt havia um certo ancião no convento dos agostinianos, com quem Lutero, que pertencia à mesma ordem, como frade agostiniano, conversou sobre vários assuntos, especialmente a remissão dos pecados. Sobre este tema, este sábio padre foi franco com Lutero, ao dizer-lhe que o expresso mandamento de Deus é que cada homem creia particularmente que os seus pecados foram perdoados em Cristo; disse-lhe ainda que esta interpretação particular fora confirmada por São Bernardo: “Este é o testemunho que o Espírito Santo te dá em teu coração, quando diz: Os teus pecados te são perdoados. Porque este é o ensino do apóstolo, que o homem é livremente justificado pela fé”.
Estas palavras não serviram somente para fortalecer Lutero, mas também para ensinar-lhe o pleno sentido do ensino do apóstolo Paulo, que insiste tantas vezes na seguinte frase: “Somos justificados pela fé”. E, após ler as exposições de muitos sobre esta passagem, logo percebeu, tanto pelo discurso do ancião como pelo conselho que recebeu em seu espírito, o quão vãs eram as interpretações que antes havia lido nos trabalhos dos escolásticos. E assim, pouco a pouco, ao ler e comparar os ditos e os exemplos dos profetas e dos apóstolos, com uma contínua invocação a Deus, e com a excitação da fé pelo poder da oração, deu-se conta desta doutrina com a maior evidência.
Assim prosseguiu os seus estudos em Erfurt pelo período de quatro anos no mosteiro dos agostinianos.
Em 1512, sete mosteiros de sua ordem tiveram uma divergência com o seu vigário geral. Lutero foi escolhido para ir a Roma e defender a sua causa. Naquela cidade, observou o papa e a sua corte, e teve também a oportunidade de contemplar as maneiras do clero, cujos modos precipitados, superficiais e ímpios de celebrar a missa foram severamente por ele criticados. Assim que ajustou a disputa que havia motivado a sua viagem, voltou a Wittenberg e foi constituído doutor em teologia, às custas de Federico, da Saxônia, que freqüentemente lhe ouvia pregar, e que estava familiarizado com o seu mérito, e que lhe reverenciava muito.
Continuou na Universidade de Wittenberg de onde, como professor de teologia, dedicou-se à atividade de sua vocação. Neste ponto deu início à leitura extremamente intensa das conferências sobre os livros sagrados. Explicou a Epístola aos Romanos e os Salmos, que esclareceu e explicou de uma maneira tão completamente nova e diferente do que havia sido o estilo dos comentaristas anteriores, que “era como, após uma longa e escura noite, amanhecesse um novo dia, a juízo de todos os homens piedosos e prudentes”.
Lutero dirigia de modo cuidadoso a mente dos homens ao filho de Deus, do mesmo modo que João Batista anunciava o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; do mesmo modo Lutero, ao resplandecer na igreja como uma luz brilhante após uma longa e tenebrosa noite, mostrou de maneira clara que os pecados são livremente remidos pelo amor do filho de Deus, e que cada pessoa deveria fielmente abraçar a este generoso dom.
A sua vida estava de acordo com o que ele professava; e evidenciou-se de modo claro que as suas palavras não eram meramente a atividade de seus lábios, mas que procediam de seu próprio coração. Esta admiração por sua vida de santificação atraiu muito os corações de seus ouvintes.
A fim de preparar-se melhor para a tarefa que havia empreendido, aplicou-se atentamente ao estudo dos idiomas grego e hebraico; e a isto estava dedicado quando se publicaram as indulgências gerais em 1517.
Leão X, que sucedeu a Júlio II em março de 1513, teve o desígnio de reconstruir a magnífica Catedral de São Pedro em Roma, cujas obras haviam sido iniciadas por Júlio, mas que ainda precisava de muito dinheiro para ser concluída. Por esta razão, Leão X, em 1517, aprovou a concessão de indulgências gerais a toda Europa, em favor de todos os que contribuíssem com qualquer soma de dinheiro para a reedificação da catedral; e designou pessoas em diferentes países para proclamarem estas indulgências e receberem o dinheiro das mesmas. Estes estranhos procedimentos provocaram muito escândalo em Wittenberg e, de modo particular, inflamaram o zelo de Lutero, o qual era por natureza ardente e ativo. Neste caso, por ser incapaz de conter-se, estava decidido a declarar-se contrário a tais indulgências em todas as circunstâncias.
Por esta razão, na véspera do dia de todos os santos, em 31 de outubro de 1517, fixou publicamente, na igreja adjacente ao castelo naquela cidade, as noventa e cinco teses contra as indulgências, onde desafiava a qualquer que se opusesse a elas, fosse por escrito ou por debate oral. As proposições de Lutero acerca das indulgências haviam sido publicadas há pouco, quando Tetzel, o frade dominicano comissionado para a sua venda, manteve e publicou suas teses em Frankfort, que continha um conjunto de proposições diretamente contrárias às de Lutero. Fez ainda mais: agitou o clero de sua ordem contra seu companheiro; considerou-o, do púlpito, um anátema e herege condenável, e queimou em público as suas teses em Frankfort. As teses de Tetzel também foram queimadas em Wittenberg, como reação, pelos luteranos. Porém o próprio Lutero negou ter parte nesta ação.
Naquele ano, na companhia de Melanton, foi à Saxônia, sua província natal, que há muito tempo não visitava, e ali chegou são e salvo. Porém, pouco depois, foi chamado pelos condes de Mansfelt, para que arbitrasse umas diferenças que haviam surgido acerca de seus limites e, ao chegar, foi recebido por mais de cem ginetes e conduzido de maneira muito honrosa. Porém, ficou tão enfermo naquela ocasião, que se temeu que pudesse morrer. Lutero disse, então, que estes ataques de enfermidade sempre lhe sobrevinham quando tinha qualquer grande obra a empreender. Porém, nesta ocasião, não se recuperou, mas morreu no dia 18 de fevereiro, com sessenta e três anos de idade. Pouco antes de expirar, admoestou àqueles que estavam em volta de si a que orassem a favor da propagação do Evangelho, e disse-lhes:
“Porque o Concílio de Trento, que teve uma ou duas reuniões, e o papa, inventarão coisas estranhas contra o Evangelho”.
Ao sentir que se aproximava o desenlace fatal, antes das nove horas da manhã, encomendou-se a Deus com esta devota oração: “Meu Pai celestial, Deus eterno e misericordioso! Tu manifestaste a mim o teu amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. Ensinei a respeito dEle, e tenho-o conhecido; amo-o da mesma forma que preservo a minha própria vida, minha saúde e minha redenção; a Quem os malvados têm perseguido, caluniado e afligido com vitupérios. Leve a minha alma a Ti”.
Depois disto, citou a frase a seguir, e repetiu-a por três vezes: “Em tuas mãos entrego o meu espírito. Tu me remiste, ó Deus, de verdade!”.
Em seguida, citou João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Após repetir as suas orações várias vezes, foi chamado à presença de Deus.
Desta forma, a sua alma limpa foi pacificamente separada de seu corpo terrestre.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
DELE é o Poder!!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Como os dias de nossos pais!!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Deus é fiel!
Abraços em Cristo e a paz do SENHOR para todos vocês!!!
Não tenha medo!

Momentos difíceis passaram e passam os servos do Senhor, mas Deus permanece dizendo: "Não temas".Deus nunca deu motivos para temermos as aflições ou ataques.Em primeiro lugar não devemos temer não por sermos fortes ou hábeis, por que Deus não usa os que se acham sábios, mas as coisas pequenas desse mundo, prova disso é que quando chegou o momento de trabalhar na vida de Moisés, Ele tirou-o do Egito e o levou para o deserto, e no final dos 40 anos de sua saída para o deserto aos 80 anos o velho Moisés que fora educado em todas as ciências do Egito, se achava totalmente incapaz para a tarefa de libertar o povo de Israel daquela terra.Se Deus convidasse Moisés 40 anos antes, ele com certeza diria sim por se achar capaz e influente em toda terra do Egito, mas Deus não queria que mais tarde Moisés batesse no peito e falasse com minha forçã e habilidade eu tirei o povo de Israel do Egito.
A Bíblia tem uma maneira peculiar de nos tratar e em todas elas, mostra que não somos desamparados ou povo sem liderança.Ao nos chamar de rebanho sabemos que Ele é o nosso Pastor;ao nos chamar de servos sabemos que Ele é o nosso Senhor;ao nos chamar de nação sabemos que Ele é o nosso Rei;ao nos chamar de filhos sabemos que Ele é o nosso Pai;ao nos chamar de lavoura de Deus sabemos que Ele é o Agricultor cuidadoso;ao nos chamar de igreja ou noiva do cordeiro sabemos que Ele é o Noivo Amado;ao nos chamar de nação sacerdotal sabemos que Ele é o nosso Sumo Sacerdote.Em todos estes exemplos podemos compreender que não somos como orfãos desamparados, Deus é o nosso protetor.Por isso não devemos temer por que o nosso Deus é fiel!
Não foram poucas as vezes que o povo de Israel passou por momentos difíceis, em 70d.c, os romanos invadiram Jerusalém e os Judeus que conseguiram escapar se dispersaram pelo mundo, fato que ficou conhecido com Diáspora.Nos séculos que se seguiram a nação judaica passou por humilhações, perseguições em todas as nações que eles se abrigaram, ficaram registrados nos livros de historiadores "as aflições dos filhos de Jacó ";Israel passou pela fornalha da aflição para ser provado como ouro.O ponto máximo da aflição chegou na primeira metade do século XX, quando por volta da Segunda Guerra Mundial em 1939, Adolf Hitler o maior déspota dos ultimos tempos, mandou assassinar de diversas maneiras cerca de 6 milhões de judeus durante a guerra, hoje ainda este fato é o maior exemplo de atrocidades que um líder pode cometer. No período da sua ditadura os Judeus e outros grupos minoritários considerados "indesejados", como Testemunhas de Jeová, eslavos, poloneses, ciganos,negros, homossexuais, deficientes físicos e mentais, foram perseguidos e exterminados no que se convencionou chamar de Holocausto. Para muitos era fim de israel, Deus parecia ter abandonado o seu povo, como ficou aparente em muitos momentos como:Na abertura do Mar Vermelho, nas Muralhas de Jericó, no Cativeiro, e em outros momentos.Na época do Holocausto, Israel não era reconhecida como nação, após a Diáspora, o povo judeu andou pelas nações da terra como hóspedes e muitos vezes indesejados, em vários países da Europa os judes eram separados dos demais povos, e os piores trabalhos eram reservados para eles, não é difícil você ver nos livros casos horríveis de perseguição e crueldade, por parte de reis, papas e imperadores para com os judeus.Em 1945 após o fim da Segunda Guerra Israel, estava destroçada, arrasada e humilhada, sem tutor, sem liderança, mas Deus sempre deu graças aos humildes e força ao cansado ou ao que não tem nenhum vigor, em 1948 em uma sessão da ONU, o brasileiro Osvaldo Aranha, presidiu a sessão que deu alento ao sonho judeu de voltar a sua terra.Após grande lutas e aflições Deus trouxe paz e alegria para o rosto sofrido dos judeus fazendo-o oficilmente uma nação independente, mostrando a sua fidelidade.Em Jeremias 29.11, Deus diz: "Eu é que sei que pensamento tenho sobre vós, diz o Senhor, pensamentos de paz e não de mal para vos dar o fim que desejais.Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei".Deus nunca deixou o seu povo, e em suas aflições Ele trabalhava no coração da nação judéia para cumprir a Sua boa Palavra.Ele diz em sua palavra:"Chamei-te pelo teu nome e tú és meu".Se nos consideramos de Deus como dizemos não devemos temer os momentos de provas pois é o Senhor quem peleja por nós, pois todas as coisas contribuem para o bem de todos os que temem as Senhor e chama por Seu Nome.Os momentos difíceis que Israel passou e passa só o fortalece como povo escolhido de Deus, pois o Senhor é o Seu Guarda fiel.E como igreja do Senhor não fiquemos turbados pois Ele é que nos guarda.Pode uma mãe esquecer o seu filho?Ainda que viesse se esquecer do fruto do seu ventre todavia o Senhor jamais esquecerá de Nós.
Amén!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Deus é fiel!!
Nossa igreja é filiada a CEADEB-Convenção Estadual das Assembléia de Deus do Estado da Bahia, que é ligada a CGADB- Convenção Geral da Assembléia de Deus no Brasil.A nossa igreja é hoje presidida pelo Pr. Salvador Mota da Silva, que tem conduzido esta igreja para glória do nome do Senhor.
Para nós, a internet não é um instrumento do "mal" como dizem alguns, mas é uma ferramenta que pode ser utilizada pela igreja do Senhor na propagação do evangelho de Cristo que é o poder de Deus. Por isso, sabiamente estamos renovando e não inovando as nossas estratégias de evangelização, para alcançarmos o maior número possível de almas para o reino de Deus. Muitos utilizam a internet, somente para semear o ódio, a discórdia, a pornografia, a violência.
Muitas vezes passamos horas e horas, conversando com alguém nas salas de bate papo, em sites de relacionamento e não temos a coragem de dizer a "Verdade ", porque achamos que não pega bem, é mico ou outros termos parecidos.É hora de levantarmos a bandeira da causa do evangelho e com a sabedoria dada por Deus falarmos, não para agradar a homens, mas para agradar a Deus que sonda os nossos corações!
É tempo de trabalharmos na seara, pois a noite vem quando ninguém mais vai trabalhar. Este é o nosso objetivo: semear a Palavra
Postado por umadep-iritiba-(umadep-piritiba)

